quinta-feira, 19 de maio de 2011

deu na imprensa: PROJETO DE RESTAURENTE UNIVERSITÁRIO VOLTA NOVAMENTE A SER PAUTA DE DISCUSSÃO EM ANO DE ELEIÇÃO NA UNIOESTE

Noticiado em casadenoticias.com.br no dia  18/05/2011 às 20:17

Discutir o projeto de implantação do restaurante universitário na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus Toledo. Este foi o ponto alto da Assembleia Geral com representantes dos Centros Acadêmicos, docentes e estudantes. Também foram debatidas, de modo geral, as propostas para a implantação de políticas de apoio ao estudante e a escolha de representantes estudantis nos órgãos da Unioeste.
Para iniciar a reunião foram apresentados dois vídeos mostrando os bastidores da mobilização dos alunos para a construção do Restaurante Universitário em Cascavel. O representante do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Anderson Tosti, afirmou que esta luta não é setorizada, e sim, de todos os campi da universidade da região. “É preciso construir estratégias para que a discussão da construção do restaurante universitário não se torne uma discussão política dentro da Unioeste, pois neste ano são realizadas eleições para a escolha de reitor e diretores dos campi”. Tosti ainda argumentou que existe a promessa da viabilização do projeto, no entanto, nunca é cumprida. “Há tempo os acadêmicos se mobilizam, mas acabam se tornando vítimas das administrações dos campi. As estratégias são necessárias para argumentarmos com as lideranças. Não podemos interromper esta luta. Não podemos ter medo de fazer a luta porque há um período eleitoral. Sabemos das negociações que há nos meios dos estudantes. Acho cabe uma avaliação interna para discutirmos a melhor forma de encaminharmos as nossas propostas independente da questão de eleição ou não”.
Para Tosti o termo a ser discutido é o de unidade do movimento estudantil. “Devemos ter maturidade para mostrar a que viemos. Vamos mobilizar os estudantes e vamos mostrar pressão para que possamos colocar as bandeiras em pauta, para não ter medo de trabalhar com elas”.
Discussões
Durante a reunião decidiu-se como plano secundário estabelecer uma parceria com o Estado para viabilizar o restaurante universitário. Em votação esteve as duas propostas sugeridas pelos participantes: encaminhar o pedido de criação de uma pró-reitoria de assistência estudantil ou mobilizar estudantes para discutir com o curso de engenharia civil de Cascavel um projeto de construção do restaurante universitário para Toledo. Os participantes da reunião votaram na primeira proposta. Na reunião ainda estabeleceu-se que um ato deve ser realizado pelo Restaurante Universitário, a data a definir ainda.
Histórico de projetos
Anos atrás, conforme lembrou o vereador Paulo dos Santos ,foi apresentada uma proposta que visava o aumento das compras na aquisição de alimentos do Compra Direta. Na época cogitou-se do Estado efetuar parte do pagamento a Cozinha Industrial, que repassaria a alimentação a Unioeste. No entanto, não houve avanço nesta discussão. “Não sei dizer quem foi o autor neste processo responsável por não avançar a discussão”. Ele ainda contou que as lideranças estudantis da época não levantaram esta bandeira e não viabilizaram um contato mais politizado com a Administração Pública já que naquele momento havia sido aberto um espaço com a Secretaria da Agricultura de Toledo.
Em conversa com o diretor geral da Unioeste, campus Toledo, José Dilson Silva de Oliveira, ele contou que no ano passado era responsável por um projeto desenvolvido no Programa Universidade Sem Fronteiras. O projeto fez um estudo sobre o funcionamento dos restaurantes populares. Paralelo o estudo havia recursos para a aquisição de materiais para a implantação de uma cozinha-piloto e foi realizada uma parceria com o Grupo de Estudos de Manejos na Aquicultura (GEMAq) que desenvolvem pesquisas em tecnologia do pescado. Somando os projetos seria possível viabilizar uma estrutura mínima para os acadêmicos realizarem suas refeições. No entanto, conforme José Dilson, não foi possível estabelecer parcerias com a Administração.


segunda-feira, 16 de maio de 2011

Todos à Assembléia Geral: Por Restaurante Universitário e Políticas de Assistência Estudantil

O DCE Convoca os Estudantes da Unioeste/ Campus de Toledo para a discussão a respeito do Restaurante Universitário.

Após intensas mobilizações - da qual este DCE participou - que levaram centenas de estudantes a ocuparem a Reitoria da Unioeste (em Cascavel) por duas vezes em uma semana, o Campus de Toledo amplia o debate acerca da ausência de políticas de assistência estudantil.

Além do lançamento da campanha "RU JÁ!", a reunião servirá para eleger representação discente no COU e no CEPE - instâncias máxima de deliberação da Unioeste.

Abaixo, a "Carta aos Estudantes" assinada pelo DCE e seis CA's afim de subsidiar o debate da Assembléia.


ASSEMBLÉIA GERAL DOS ESTUDANTES DA UNIOESTE

Pauta:
  • Implantação de políticas de apoio aos estudantes (R.U.);
  • Representação estudantil nos órgãos da Unioeste.
Local: Mini-auditório do Campus de Toledo
Horário: 21h

DCE E CA’S REALIZAM REUNIÃO COM O DIRETOR DA UNIOESTE/Toledo PARA TRATAR DE ESPAÇOS FÍSICOS PARA OS ESTUDANTES

No dia 11 de maio de 2011, ocorreu uma reunião, na sede do DCE, em que reuniram-se o Diretor Geral do Campus, José Dílson, e representantes do DCE, além dos Centros Acadêmicos de Engenharia de Pesca, Química e Ciências Sociais.

Em pauta estava a discussão sobre espaços físicos para os Centros Acadêmicos. Anderson Tosti, representando o DCE, abriu as falas explanando sobre a necessidade de uma maior atenção à assistência estudantil, no que tange a espaços para reuniões e convivência dos estudantes. Lorenzo Balen (CACS) falou sobre a crescente organização do movimento estudantil e da necessidade de espaços para maior interação entre todos os estudantes. Além disso, foi exposto o interesse de se colocar no planejamento da universidade as demandas dos estudantes, que até agora foram esquecidas.

O Diretor do campus lembrou que já havia se comprometido, em reunião com a diretoria do DCE, que, para questões imediatas, cederia uma sala para o Movimento Estudantil - a sala que fica localizada entre a cantina e a cozinha do campus, onde hoje é situado o Almoxarifado. Nesse sentido ficou acordado que o diretor deverá liberar a sala em um mês, com as possíveis reformas. Quanto à utilização do espaço, será discutido entre as entidades numa reunião futura.

Porém, a intenção dos Centros Acadêmicos não era pouca. Há a necessidade de salas para cada CA. Nesse sentido foi alegada a Lei Estadual nº 14.808, de 27 de julho de 2005, que dispõe sobre a organização de CA’s e DCE’s nas instituições de ensino públicas e privadas no Estado do Paraná. Dentre os pontos, ressalta-se a obrigatoriedade da Universidade disponibilizar salas independentes para cada entidade estudantil para realização de suas atividades.

Embora a Lei determine uma sala para cada CA, os estudantes compreendem a defasagem orçamentária da Universidade e o descaso do Governo do Estado. Nesse sentido, e para sanar as necessidades imediatas e, aproveitando o remanejamento de setores dentro do Campus de Toledo - devido à conclusão da construção de novos blocos, os representantes avaliaram, junto com o Diretor, que poder-se-ia destinar o prédio antigo onde ficava a Administração do Campus, para que seja dividida entre todos os Centros Acadêmicos. José Dílson alegou que tal espaço, até o final do ano, estará sendo esvaziado e sim, poderá ser ocupados pelos estudantes.

Assim, ficou combinado que será elaborado um documento assinado por todas as entidades solicitando tal espaço, e que será protocolado oficialmente argumentando a demanda. Nos próximos dias os estudantes estarão se reunindo para discutir tais questões e tomar encaminhamentos. Até agora os Centros Acadêmicos de Filosofia, Economia e Engenharia Química têm-se posicionado juntos nessa causa.

ORGANIZADOS AVANÇAREMOS!!!

Coordenação de Comunicação
Centro Acadêmico de Ciências Sociais – CACS

DCE's da rede UNIOESTE discutem mobilizações conjuntas

Aconteceu no dia 04 de Maio de 2011, às 14 horas, a segunda reunião dos DCE's de Cascavel, Marechal Cândido Rondon e Toledo, na sede do último.

Em pauta, as mobilizações por Restaurante Universitário e ampliação das políticas de assistência estudantil.

A reunião serviu para nortear a discussão que se deu com o Interventor (Reitor) no dia 06 de Maio, no qual se deu uma grande mobilização com cerca de 500 acadêmicos de Cascavel.

Foi levantado também a necessidade de uma maior articulação entre as três entidades gerais presentes afim de levar a frente as bandeiras de luta do movimento estudantil na rede Unioeste. Pretende-se avançar nessas reuniões, agregando também os DCE's de Foz do Iguaçu e Francisco Beltrão.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

deu na imprensa: ATO COM MUITO BARULHO POR RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO

jornal HOJE 07 de Maio de 2011, pág. 07.

Os integrantes do DCE (Diretório Central dos Estudantes) protestaram ontem para reivindicar a implantação do restaurante universitário, em Cascavel.

Eles ocuparam a Reitoria da Unioeste (Universidade Estadual do
Oeste do Paraná) para exigir o
investimento na instituição pública de ensino, pela segunda vez na mesma semana.
Foram servidos pratos de macarrão aos manifestantes para demonstrar a necessidade de uma estrutura adequada para os universitários. Eles relacionam a desistência de calouros para as vagas de estudo com a falta de um restaurante universitário. “A evasão da universidade é causada pela falta de estrutura. Em média, em instituições de ensino de Londrina o gasto com alimentação é de R$ 50, aqui em Cascavel gastamos R$ 160”, diz Hélio Jacob, coordenador do DCE da Unioeste.

Os universitários usaram narizes de palhaço para manifestar insatisfação com a estrutura existente em Cascavel. Eles fizeram barulho com tambores para exigir a implantação de restaurantes universitários nos demais campi. Uma comissão formada por universi tár ios dos
DCEs de Cascavel, Toledo e Marechal Cândido Rondon foi recebida pelo interventor, Alcibíades Luiz Orlando. Em nota, a assessoria de imprensa da Unioeste informa que o interventor apresentou a proposta elaborada pela Apiesp (Associação Paranaense das Instituições de Ensino Superior Público) repassada a parlamentares da bancada paranaense no ano passado.

No entanto, os recursos para o projeto não foram obtidos. Os projetos de assistência estudantil serão elaborados novamente e repassados aos deputados estaduais e federais paranaenses. (Josimar Bagatoli)

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Acadêmicos de Cascavel ocupam a Reitoria por uma política de Assistência Estudantil

Coordenados pelo DCE do Campus de Cascavel, Acadêmicos de diversos cursos deram uma demonstração da indgnação pela ausência de uma política de assistência estudantil. Com muita irreverência e ousadia, cerca de 300 estudantes invadiram os corredores do Campus. Com nariz de palhaço e aos gritos de: "Reitor, a culpa é sua, hoje o almoço é lá na rua!". Ainda nos corredores, a palavra reitor fora substituida por: "Interventor, a culpa é sua..." relembrando também o episódio da interveção.

A manifestação tomou grandes proporções quando os estudantes decidiram ocupar a reitoria por alguns minutos. Lá dentro, mais uma vez a massa inflamada entoava a palavra de ordem do dia. Próximo ao gabinete do Reitor, os líderes estudantis; Élio Jacob (DCE Cascavel), Victor Rosati (DCE Cascavel) e Anderson Tosti (DCE Toledo), discursaram prometendo ampliar a mobilização e a envolver todos os campus na discussão. Estes, também lembraram que a comunidade acadêmica tem sido desrespeitada em suas instâncias democráticas por este que usurpou do poder sendo nomeado "Reitor" da UNIOESTE.

Avaliamos que está manifestação serviu de demostração da força dos estudantes e da articulação necessária para se alcançar as conquistas que tanto os acadêmicos esperam, sendo a construção de Restaurantes Universitários em todos os campus e a efetivação de políticas de permanência destes na Universidade.

Que a Luta continue e até os próximos ATOS!!!



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segunda-feira, 2 de maio de 2011

deu na imprensa: COMISSÃO É FORMADA PARA DISCUTIR O TOQUE DE RECOLHER

JORNAL DO OESTE - 30/04/2010

da redação

O chamado para a discussão do projeto de Lei que visa instituir toque de recolher para menores de 16 anos em Toledo reuniu representantes de 15 entidades e organizações na noite de quarta-feira (27) na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). Os representantes apresentaram suas opiniões a respeito do assunto e conversaram diretamente com o vereador Ademar Dorfschmidt, autor do projeto.

Promovido pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) a reunião serviu para que o vereador revisse o texto do projeto. Segundo ele, o debate foi muito importante, pois deu diretrizes para uma nova proposta. “Este não é um projeto autoritário e estamos levantando um debate amplo para construir políticas efetivas que possam contribuir para a diminuição do envolvimento de adolescente em atos criminosos”, argumentou.

Uma comissão foi formada a partir deste encontro, constituída por representantes de entidades religiosas, estudantis e profissionais, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). “Estamos caminhando para um entendimento. Vamos convidar outras instituições para compor a comissão e assim sugerir ações adequadas para a resolução deste problema” falou o coordenador do DCE, Anderson Tosti. “Seguir com este projeto seria um retrocesso e vamos lutar contra ele”, completou.

De modo geral, os participantes da reunião defenderam que recolher os adolescentes de até 16 anos em suas residências após as 22h não é a melhor solução para o problema apontado pelo vereador. No entanto, Dorfschmidt citou algumas cidades do Paraná e de outros Estados que utilizaram esta medida e colheram resultados positivos, dentre elas Guaíra. “Não estamos falando em prender os adolescentes e sim protegê-los” replicou. Segundo ele, é possível observar muitas crianças e adolescentes em locais com maior concentração de pessoas, como no Parque Ecológico Diva Paim Barth, fazendo o uso de bebidas alcoólicas. “Nós não podemos assistir a isso sem fazer alguma coisa. Se a população acredita que esta não é a melhor maneira, vamos ouvi-la”, finalizou o vereador.

Para o grupo de acadêmicos que promoveu o debate, este foi também foi um importante momento. “Apesar da forma em que se conduziu a discussão, a mobilização dos jovens foi muito positiva. Queremos que o debate siga na próxima Conferência da Juventude”, defendeu o coordenador do Centro Acadêmico de Ciências Sociais, Lorenzo Gabriel Balen.

FONTE: http://jornaldooeste.com.br/cidade/noticias/2371/?noticia=comissao-e-formada-para-discutir-projeto-de-lei-do-toque-de-recolher